Devocional Lucas 20: A Autoridade de Jesus e as Ciladas Frustradas
Devocional Lucas 20: A Autoridade de Jesus e as Ciladas Frustradas Estudo sobre Lucas 20: como Jesus respondeu aos questionamentos sobre a sua autoridade, os impostos a César e a ressurreição no Reino de Deus. Topics: devocional, .
Devocional Lucas 20: A Autoridade de Jesus e as Ciladas Frustradas
Hoje, partilho mais algumas coisas que reparei no livro de Lucas capítulo 20.
Primeiro, lembraste daquela conversa que tivemos sobre as tácticas que o inimigo usa para nos impedir de cumprir os nossos propósitos? Então, nesse capítulo encontrei uma outra táctica que eles utilizam: descreditar a tua autoridade.
Nesse capítulo, enquanto Jesus ensinava no Templo, os principais sacerdotes, escribas e anciãos foram questioná-lo para pôr em causa a autoridade de Jesus para pregar o prega e fazer as coisas que faz. Eles queriam colocar a autoridade dele à prova armando ciladas para queimar a reputação dele. Só que Jesus é muito mais sábio que eles todos juntos, e o tiro lhes saiu pela culatra😅
Quando eles fizeram essa pergunta questionando de onde vem a autoridade dele para pregar e fazer as coisas que faz; Jesus lhes perguntou se os batismos que João Batista fazia viam dos céus ou dos homens. Ou seja, Jesus, lhes fez um Uno Reverse e lhes colocou num dilema. Eles tinham duas opções.
-
Se eles dissessem que vem dos céus, estariam dando legitimidade as coisas que João Batista pregou, teriam que considerá-lo um profeta, e, consequentemente, a legitimidade da autoridade de Jesus por causa da sua identidade como João Batista mencionou.
-
Se falassem que vem dos homens, eles estariam desacreditando tudo o que João Batista falou e a crença do povo, que acreditavam que ele era um profeta. Portanto, eles é que seriam capazes de ser apedrejado pela multidão.
Então, eles preferiram dizer que não sabiam e Jesus lhes respondeu que também não poderia responder já que eles não responderam😅
Mas, ainda assim, eles não ficaram satisfeitos e tentaram armar outras ciladas para lhe apanhar a “blasfemar” e lhe julgar e condenar a morte. Então, decidiram perguntar a Jesus se as pessoas devem pagar os impostos. Onde Jesus lhes pediu para lhe entregarem um denário e lhes perguntou de quem é a cara que está encravada nesta moeda; e eles responderam que era do César. Aí Jesus lhes respondeu da seguinte forma: deem a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. Eles acabaram concordando pois está correto.
Não estando satisfeitos, tentaram a última cilada/dilema. Desta vez, perguntaram a Jesus o seguinte: como Moisés nos ensinou que o irmão do marido de uma viúva deve casar-se com ela para dar filhos ao seu falecido irmão; no caso de uma mulher que casou com um homem que tem 6 irmãos e foi casando, sucessivamente, com os seus irmãos a medida que os outros fossem falecendo. De qual dos irmãos será a mulher no mundo vindouro?
Jesus respondeu que, no mundo vindouro, nós seremos ressuscitados mas como filhos de Deus que nem os anjos de Deus, que não se casam e não têm órgãos reprodutivos. Portanto, ela não será mulher de ninguém. Ao ouvir isso, eles, finalmente, desistiram de tentar lhe apanhar cometendo algum erro de interpretação da Palavra. E foram buscando outras formas de o matar.
Aqui podemos ver que uma das melhores tácticas que o inimigo usa é queimar a reputação de uma pessoa. É isso vemos até nos dias de hoje. Acontece com muita prevalência, hoje em dia, principalmente, com a Cancel Culture e intolerância de ideias atual.
Também podemos ver que Deus nos manda obedecer a leis regentes na cidade, estado ou país em que vivemos, mesmo que não concordamos com elas, desde que elas não infringem as Leis de Deus. Só, nessa situação, é que devemos desobedecer as leis do lugar onde vivemos, trabalhamos, convivemos, etc.
Por último, também percebemos que no Reino de Deus não haverá maridos e mulheres, e não haverá órgãos sexuais. Ou seja, não haverá casamentos, sexo, etc. Muita coisa que se calhar damos como garantido aqui na terra como seres humanos, será diferente lá no Reino de Deus como filhos de Deus. Bem interessante e levanta muitas questões também.